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Rosana da Saúde propõe Política Municipal de Diagnóstico Tardio de Autismo

A vereadora Rosana da Saúde (Republicanos) apresentou ao plenário da Câmara Municipal de São Luís o Projeto de Lei nº 033/25, que visa instituir a ...

26/03/2025 às 23h40
Por: Redação Fonte: Câmara Municipal de São Luis - MA
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>Objetivo é promover a identificação correta de sinais do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adolescentes, adultos e idosos que não receberam diagnóstico durante a infância / Leonardo Mendonça
>Objetivo é promover a identificação correta de sinais do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adolescentes, adultos e idosos que não receberam diagnóstico durante a infância / Leonardo Mendonça

A vereadora Rosana da Saúde (Republicanos) apresentou ao plenário da Câmara Municipal de São Luís o Projeto de Lei nº 033/25, que visa instituir a Política Municipal de Diagnóstico Tardio de Autismo. A proposta tem como objetivo promover a identificação correta de sinais do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adolescentes, adultos e idosos que não receberam diagnóstico durante a infância.

A proposição estabelece algumas diretrizes que devem ser seguidas pelo Poder Público, como a promoção de campanhas de conscientização, a capacitação de profissionais de saúde e o apoio psicológico e social às pessoas diagnosticadas tardiamente e suas famílias.

Rosana da Saúde destaca a importância do diagnóstico tardio para garantir o acesso ao tratamento adequado e à inclusão social. “Diagnosticar tardiamente é proporcionar qualidade de vida e inclusão social para aqueles que enfrentam desafios sem saber o motivo. Nosso compromisso é com um olhar sensível e atento para todos”, afirmou.

Além disso, o projeto autoriza o Poder Executivo a firmar parcerias com universidades, instituições de pesquisa e organizações da sociedade civil para implementação e avaliação das ações. A vereadora ressaltou que a medida é essencial para muitas pessoas que enfrentam dificuldades em seu cotidiano. “A falta de um diagnóstico pode resultar em anos, ou até décadas, de incompreensão, isolamento e sofrimento, tanto para os indivíduos quanto para suas famílias. Sem o diagnóstico, essas pessoas enfrentam dificuldades em contextos sociais, educacionais e profissionais, sendo frequentemente rotuladas de forma equivocada, o que gera exclusão e marginalização”, acrescentou.

O Projeto de Lei foi lido em plenário e encaminhado para as Comissões de Justiça e Saúde da Casa Legislativa na sessão da última terça-feira (25).

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